segunda-feira, 21 de julho de 2014

CURSO Treinamento de Segurança na Operação de Unidades de Processo.


CEI – CONSULTORIA DE ENGENHARIA INDUSTRIAL
TREINAMENTO EM DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL E GERENCIAL
CNPJ – 18.846.491 / 0001-51
CURSO Treinamento de Segurança na Operação de Unidades de Processo.

Srs,
Sabemos da complexidade de operar um “processo de utilidades de uma planta industrial” que manipula fluidos representados por líquidos, gases e energia elétrica daí pode haver incidências de ocorrências de acidentes como explosão de vasos de pressão, queimaduras, choques elétricos e tantos outros cenários de riscos que podem resultar em sinistros que envolvem a integridade física de quem opera Unidades de Processo também em alerta de consequências que envolvem perdas de equipamentos, paradas inesperada do processo produtivo e complicações com meio ambiente.

Desse exposto atuando como Consultor Sênior de Eletromecânica / QSMA acredito e estou convicto que o ACIDENTE DE TRABALHO pode ser evitado daí temos que ativar no nossa percepção do risco no que me disponibilizo atender essa demanda de CURSO Treinamento de Segurança na Operação de Unidades de Processo "IN COMPANY" nas dependências da empresa cliente e canteiro de obra em todo o BRASIL fico a disposição para consulta.
.


Conteúdo programático:
Currículo Mínimo para "Treinamento de Segurança na Operação de Unidades de Processo"
NR 13 - Anexo I – B - Capacitação de Pessoal

► 1. Noções de grandezas físicas e unidades.
Carga horária: 4 (quatro) horas
1.1. Pressão
1.1.1. Pressão atmosférica
1.1.2. Pressão interna de um vaso
1.1.3. Pressão manométrica, pressão relativa e pressão absoluta
1.1.4. Unidades de pressão

1.2. Calor e temperatura
1.2.1. Noções gerais: o que é calor, o que é temperatura
1.2.2. Modos de transferência de calor
1.2.3. Calor específico e calor sensível
1.2.4. Transferência de calor a temperatura constante
1.2.5. Vapor saturado e vapor superaquecido


► 2. Equipamentos de processo.
Carga horária estabelecida de acordo com a complexidade da unidade, mantendo um mínimo de 4 (quatro) horas por item, onde aplicável
2.1. Trocadores de calor
2.2. Tubulação, válvulas e acessórios.
2.3. Bombas
2.4. Turbinas e ejetores
2.5. Compressores
2.6. Torres, vasos, tanques e reatores.
2.7. Fornos
2.8. Caldeiras


► 3. Eletricidade.
Carga horária: 4 (quatro) horas

► 4.Instrumentação.
Carga horária: 8 (oito) horas

► 5. Operação da unidade.
Carga horária: estabelecida de acordo com a complexidade da unidade
5.1. Descrição do processo
5.2. Partida e parada
5.3. Procedimentos de emergência
5.4. Descarte de produtos químicos e preservação do meio ambiente
5.5. Avaliação e controle de riscos inerentes ao processo
5.6. Prevenção contra deterioração, explosão e outros riscos

► 6. Primeiros socorros.
Carga horária: 8 (oito) horas

► 7. Legislação e normalização.
Carga horária: 4 (quatro) horas 
 
  Metodologia:
► Atendimento do conteúdo programático exigido pela legislação vigente.
► Apresentação do assunto de forma discursiva com base em vivências profissionais.
► Interação planta industrial com operadores do processo na ativação de sua percepção de risco.
► Questionamentos das boas práticas operacionais.
► Fornecimento de Certificado.

Publico alvo:
Atende cumprimento da PORTARIA MINISTRO DE ESTADO DO TRABALHO E EMPREGO nº 594 de 28.04.2014 - D.O.U.: 02.05.2014 exige pela NR 13 - Anexo I – B - Capacitação de Pessoal do Operador da Unidade de Processo em Currículo Mínimo para Treinamento de Segurança na Operação de Unidades de Processo de pelo menos 40horas.


José Vilmar Pinto de Sousa
Engenheiro Mecânico
Engenheiro de Controle e Automação Industrial
Engenheiro de Segurança do Trabalho
Registro nacional: 060460684-2 / CREA CE 8365
Cel 55 (85) 9947-5695
Skype: engjosevilmar
engjosevilmar@hotmail.com

CURSO Treinamento de Segurança na Operação de Caldeiras.


CEI – CONSULTORIA DE ENGENHARIA INDUSTRIAL
TREINAMENTO EM DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL E GERENCIAL
CNPJ – 18.846.491 / 0001-51
CURSO Treinamento de Segurança na Operação de Caldeiras.

Srs,
Sabemos das incidências de ocorrências de acidentes com explosão de caldeira que resultam em catástrofe em sinistros que envolvem a integridade física de quem a operava e ou estava nas proximidades da ocorrência da explosão, também em alerta de consequências que envolvem perdas de equipamentos, paradas inesperada do processo produtivo e complicações com meio ambiente.

Desse exposto atuando como Consultor Sênior de Eletromecânica / QSMA acredito e estou convicto que o ACIDENTE DE TRABALHO pode ser evitado daí temos que ativar nossa percepção do risco no que me disponibilizo a atender essa demanda de curso em Treinamento de Segurança na Operação de Caldeiras "IN COMPANY" nas dependências da empresa cliente  e canteiro de obra em todo o BRASIL fico a disposição para consulta.

Conteúdo programático:
Currículo Mínimo para Treinamento de Segurança na Operação de Caldeiras.
NR 13 - Anexo I – A - Capacitação de Pessoal

► 1. Noções de grandezas físicas e unidades.
        Carga horária: 4 (quatro) horas
1.1. Pressão
1.1.1. Pressão atmosférica
1.1.2. Pressão interna de um vaso
1.1.3. Pressão manométrica, pressão relativa e pressão absoluta.
1.1.4. Unidades de pressão

1.2. Calor e temperatura
1.2.1. Noções gerais: o que é calor, o que é temperatura.
1.2.2. Modos de transferência de calor
1.2.3. Calor específico e calor sensível
1.2.4. Transferência de calor a temperatura constante
1.2.5. Vapor saturado e vapor superaquecido
1.2.6. Tabela de vapor saturado

► 2 .Caldeiras - considerações gerais.
        Carga horária: 8 (oito) horas
2.1. Tipos de caldeiras e suas utilizações

2.2. Partes de uma caldeira
2.2.1. Caldeiras flamotubulares
2.2.2. Caldeiras aquatubulares
2.2.3. Caldeiras elétricas
2.2.4. Caldeiras a combustíveis sólidos
2.2.5. Caldeiras a combustíveis líquidos
2.2.6. Caldeiras a gás
2.2.7. Queimadores

2.3. Instrumentos e dispositivos de controle de caldeiras
2.3.1. Dispositivo de alimentação
2.3.2. Visor de nível
2.3.3. Sistema de controle de nível
2.3.4. Indicadores de pressão
2.3.5. Dispositivos de segurança
2.3.6. Dispositivos auxiliares
2.3.7. Válvulas e tubulações
2.3.8. Tiragem de fumaça
► 3. Operação de caldeiras.
        Carga horária: 12 (doze) horas
3.1. Partida e parada
3.2. Regulagem e controle
3.2.1.de temperatura
3.2.2.de pressão
3.2.3.de fornecimento de energia
3.2.4.do nível de água
3.2.5.de poluentes
3.3. Falhas de operação, causas e providências.
3.4. Roteiro de vistoria diária
3.5. Operação de um sistema de várias caldeiras
3.6. Procedimentos em situações de emergência

► 4.Tratamento de água e manutenção de caldeiras.
       Carga horária: 8 (oito) horas
4.1. Impurezas da água e suas conseqüências
4.2. Tratamento de água
4.3. Manutenção de caldeiras

► 5. Prevenção contra explosões e outros riscos.
       Carga horária: 4 (quatro) horas
5.1. Riscos gerais de acidentes e riscos à saúde
5.2. Riscos de explosão

► 6. Legislação e normalização.
        Carga horária: 4 (quatro) horas
6.1. Normas Regulamentadoras
6.2. Norma Regulamentadora 13 - NR-13
   
 Metodologia:
► Atendimento do conteúdo programático exigido pela legislação vigente.
► Apresentação do assunto de forma discursiva com base em vivências profissionais.
► Interação planta industrial com operador da caldeira na ativação de sua percepção de risco.
► Questionamentos das boas práticas operacionais.
► Fornecimento de Certificado.

Publico alvo:
Atende cumprimento da PORTARIA MINISTRO DE ESTADO DO TRABALHO E EMPREGO nº 594 de 28.04.2014 - D.O.U.: 02.05.2014 exige pela NR 13 - Anexo I – A - Capacitação de Pessoal do Operador de Caldeira em Currículo Mínimo para Treinamento de Segurança na Operação de Caldeiras de pelo menos 40horas.


José Vilmar Pinto de Sousa
Engenheiro Mecânico
Engenheiro de Controle e Automação Industrial
Engenheiro de Segurança do Trabalho
Registro nacional: 060460684-2 / CREA CE 8365
Cel 55 (85) 9947-5695
Skype: engjosevilmar
engjosevilmar@hotmail.com

quarta-feira, 16 de julho de 2014

TRABALHO SOBRE PRESSÃO





TRABALHO SOBRE PRESSÃO

Srs,
Trabalho sobre pressão tem remédio?
"That's all I can stands, cuz I can't stands n'more!" ("Já aguentei o que pude, não aguento mais!"). Essas são frases do marinheiro Popeye. Só que na gestão de pessoas a força do espinafre não resolve


Comento:
Nesses anos que tenho evoluído profissional uma vez ou outra vejo citações sobre o velho jargão de TRABALHO SOBRE PRESSÃO minha resposta é que sim. O bem da verdade nem devia existir, porém pode surgir deste que a organização tenha deixada para que tal comportamento surja.

Trabalho sobre pressão é sempre um dos pontos discutidos em GESTÃO DE SERVIÇOS e que não existe e nem existirá espaço para trabalho sobre pressão se na "organização trabalhar com os seus devidos procedimentos que inclui o "P" Planejamento do PDCA requeridos para execução do processo em gestão" com a informação alinhada e nivelada também a seus níveis requeridos que entendo como gestão a vista.

Desse exposto o Consultor de Sênior de Eletromecânica / QSMA entende que o trabalho sobre pressão nem deva existir e essa carga emocional se torna viável num objetivo mais positivo e que nessa mesma intensidade emocional  em vez de pressão invista-se  na organização para cumprimentos de metas.

Comportamentos que não deixam espaço para trabalho sobre pressão:
1. Transparência no relacionamento em todos os escalões da organização.
2. Dar as respostas de retorno de informações quando solicitadas.
3. Nivelamento de informações nos seus devidos níveis a quem importe a informação.
4. Trabalhar todas as tarefas que são finitas numa organização com procedimentos.
5. Todos da organização apontarem seus esforços para meta ser alcançada.
6. E por fim o acontecimento nos cinco itens listados acima geram um ambiente de trabalho saudável.



Penso que a pratica dos comportamentos de gestão listados acima que concretizam a pratica da GESTÃO A VISTA não ceda espaço para a existência do trabalho sobre pressão.

quarta-feira, 2 de julho de 2014

POTENCIALIDADES DE MINERAÇÃO - ESTADO DO CEARÁ


POTENCIALIDADES DE MINERAÇÃO
ESTADO DO CEARÁ

Srs,
Hoje dia 02/07/2014 aqui em Fortaleza – Ceará estive reunido com Sra. Sérgia Azevedo International Market Manager Target Importação & Exportação / Shanghai Shibang Brazil.

Comento:
Primeiro como cearense é uma satisfação receber quem nos visita pela a primeira vez e se já esteve aqui e retorna é sempre bem vindo então na oportunidade estive reunido com Sra. Sérgia Azevedo na conversa ela fez a síntese da empresa SBM.

Entendi pelo que conversamos que a SBM é sem dúvidas TOP no desenvolvimento e fabricação de maquinaria para mineração no reclame de seus produtos me chamou atenção o diferencial que “não só fabricam equipamentos de alta qualidade, mas também, novas técnicas e conceitos e serviço perfeito”. Abaixo deixo site da empresa SBM para conferencias.

E da minha parte pela CEI – Consultoria de Engenharia Industrial na posição de Consultor Sênior de Eletromecânica / QSMA esclareci que nosso estado do Ceará passa por mudanças que temos a certeza que nos colocará nos trilhos do desenvolvimento até então esquecido e que não cabe aqui entrar no demérito desse esquecimento.
Destaco que a infraestrutura está sendo trabalhada e já avançou muito como cearense conhecendo nossa história do que precisam as indústrias para se estabelecer aqui no nosso estado temos já dessa infraestrutura:
+ Complexo Portuário do Pecém se ampliando cada vez mais.
+ Geração de energia elétrica com a garantia de fornecimento pelas termelétricas.
+ Água chegando pelo já conhecido eixão das águas.
+ Mão de obra qualificada sendo treinada.
+ Espaço para crescer.
+ Proximidades da Europa e países da América central e do norte.
+ Vivemos a pesar da seca um clima estável comparado a catástrofes de outras regiões.

Já é realidade de desenvolvimento se implantando:
+ Siderúrgicas já em montagem como a CSP, SILAT e mais uma que poderá se tornar também realidade nesse processo de desenvolvimento.
+ Possibilidade de Implantação da refinaria.
+ A chegada de muitas empresas do segmento metalomecânico atraída pelas siderúrgicas.
+ Também a permanência da indústria têxtil como pioneira e ainda muito forte no nosso estado, não somos mais o grande produtor de algodão, pois, antes todo pequeno produtor tinha sua capoeira de algodão, veio a “peste do bicudo” e acabou tudo e não conseguimos ainda se recompor, mas surge com o complexo portuário a facilitação de importação.
+ Acrescente-se a esse desenvolvimento polo calçadisco, cimento e Turismo que lembro praias belíssimas na larga faixa litorânea que temos.

Poderia ficar a fazer aqui referencias a outros potenciais a explorar mas e mineração ?
Temos cidades como Quinterianopolis, Sobral/São José do Torto, Tauá, Barroquinha, Granja que já tem a mineração como futuro fora outras cidades que tem jazidas de minério de ferro, outros minerais de valor e calcário deixo abaixo link de site sobre esse potencial de desenvolvimento.

Certo é que o Ceará tem futuro e já os cearenses assim como costume de nordestinos que nas secas arribaram para buscar o sustento da família no sul e sudeste e no mundo todo em terra distantes como cita o grande Patativa agora já começam a voltar muitos deles para sua terra de onde partiram e assim como são bem vindos todos brasileiros nascidos de outras regiões e até gente de terra distante construir nosso desenvolvimento.

Links que sugiro a acessarem:

domingo, 29 de junho de 2014

ENERGIA DAS ONDAS


O PATO DE SALTER GERA ELETRICIDADE A PARTIR DO MAR
COMENTÁRIO FEITO PARA UM AMIGO: 28/01/2013

Evandro,
Amigo só hoje 28/01/2013 retorno e faço comentário sobre sua Publicação feita aqui no FACEBOOK em 15/01/2013 de Titulo, “Energia Limpa no Brasil: Usinas de Ondas” e que tem como referência o vídeo a USINA DE ONDA DO PECÉM.

Comento:
Lembra o que foi discutido no recente Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (CNUDS), conhecida também como Rio+20, entre os dias 13 e 22 de junho de 2012, na cidade brasileira Rio de Janeiro, cujo objetivo era discutir sobre a renovação do compromisso político com o desenvolvimento sustentável.

E não se teve no fim do encontro uma posição firme dos seus participantes frente a interesses diversos das nações ali participando, pois, não conseguiram ainda formar a Equação do futuro sustentável = equalizando questões de dimensões social, econômica e ambiental do desenvolvimento sustentável de um país.

Em especifico gerar energia elétrica sem dúvidas as formas: Energia das Ondas [Maremotriz], Energia Solar e Energia Eólica são as mais limpas e estamos muito bem à natureza nos favorece é a vocação natural de nosso estado do Ceará e dos demais estados nordestino e que sem dúvida se equaliza com a grande equação do futuro sustentável.

Nossas outras fontes que despontam e já em funcionamento para nosso estado são as térmicas a gás, carvão mineral e óleo que pela própria natureza da combustão, geram poluentes é aí que está à questão na visão do leigo de geração de energia basta olhar para fumaça que sai no chaminé que ele entende como energia surja e que consequentemente não se alinharia com a grande equação do futuro sustentável.

Sobre os resíduos da combustão dos combustíveis citados: Gás, carvão mineral e óleo, nossos técnicos do assunto e também cidadãos temos sem dúvida nossa obrigação de preservar a natureza, pois, temos a consciência que natureza é vida e matando a natureza diria que é fácil concluir que seria “pratica de suicídio e coletivo”.
Dito o que foi dito, isso de forma didática cabe também explicar como técnico e estudioso na geração de energia térmica que existe tecnologias de retenção e controle destes poluentes de grande eficácia que garantem que a fumaça que o leigo ver sair ló na chaminé não venha agredir a natureza e assim como atendem as exigências das normas vigentes ambientais.
Mas por vias das duvidas cabe uma alerta aos “colegas da manutenção” e fiscalização ambiental em monitorarem e manterem todas as instalações das termoelétricas funcionando e atendendo seus parâmetros de projeto que é perfeitamente possível à convivência e atendimento da grande equação do futuro sustentável.

Caberia aí uma pergunta também do leigo e porque não se geraria energia só por fontes não poluentes? Referindo-se ao sol, ao ar e as ondas do mar até então ainda não conseguimos gerar grande demandas [MW] nessas fontes e quanto às térmicas só numa única central se consegue gerar demandas [MW] muitos maiores e em site restritos e compactos.
Vale a pena salientar que sem dúvida combustíveis fosseis um dia terão seu fim, o que é natural que cada vez mais se desenvolva a produção de energia em sorvedouros sem fim como o sol, o ar e as ondas do mar, também combustíveis renováveis e pode crer não acredito que o mundo vá acabar. Como estava marcado para o dia 21 de dezembro de 2012 passado.

Nota:
E geração de energia a apartir das ondas do mar tem como referencia um genial engenheiro por nome Stephen Salter, da Universidade de Edinburgo, Escócia, que desenhou um dispositivo para gerar eletricidade da força das ondas ainda nos anos 1970.
O equipamento foi apelidado de "Pato de Edinburgo" porque os cilindros flutuantes de um lado lembravam um bico, enquanto do outro, com a ponta ancorada subiam e desciam enquanto cavalgavam as ondas.
Os assuntos ligados à eletromecânica sempre me fascinaram e deixo abaixo alguns arquivos pode ser que algum colega e até alguns de meus alunos se interesse e assim como outras pessoas que procurem se esclarecer sobre o assunto geração de energia comentado.

No primeiro link verão o funcionamento de uma Usina de Energia Elétrica outros links são interessantes sobre o assunto.


sexta-feira, 27 de junho de 2014

ESTADO DE GREVE



ESTADO DE GREVE

Srs,
Uma GREVE NO TRABALHO seja ela qual for e onde for não começa por acaso.

Comento:
Diz o bom senso com base no ditado secular “Dê a César o que e de César”. E também nada justifica medir forças e ou violência de ambas às partes envolvidas em greve, pois, existe sempre meios de entendimentos que se leva aos bons termos ao final da greve.

Pontos mais comuns que geram um estado de greve:
1. Folga de campo não concedida como benefício atrativo liberando espaço de tempo suficiente para o obreiro poder rever sua família conforme o combinado.

2. Viagem de ida e vinda do obreiro que mora em estado diferente de seu domicilio de onde acontece a obra que trabalha prometida e não atendida pela empresa contratante.

3. Não pagamento do adicional 30% de periculosidade devido a quem de direito conforme esse trabalhador esteja enquadrado pela legislação legal.

4. Não pagamento da ajuda de custo como beneficio atrativo acertado no fichamento do obreiro. Essa ajuda de custa sem dúvidas será vital a vivência desse trabalhador que está fora de casa.

5. Não pagamento do PL de Saúde como beneficio atrativo e quando pago não fica extensivo à família e sabe-se de casos que o obreiro trabalha sem nenhum seguro de vida.

6. Não pagamento do FGTS e ou os 40% da multa demissionária a favor do trabalhador sem justa causa não paga na rescisão.

7. Condições sanitárias e áreas de vivências em canteiros de obras não atendendo as legislações legais vigentes. Alguns casos em função do cargo e ou importância que deu a empresa discrimina trabalhadores uns muito bem assistidos e outros sem mesmo o mínimo que exige a legislação em vigor. Alertando casos até de trabalho escravo encontrado.

8. Transporte do trabalhador de ida e volta não disponibilizado suficientemente. Entra em cena a questão da opção do Vale Transporte pelo trabalhador e quando a empresa como beneficio atrativo fornece condução há necessidade de fechamento do percurso dessa condução do trabalhador de ida e volta a sua casa para o trabalho muitas vezes não atende totalmente ambas as partes e gera descontentamentos.

9. Refeitório e refeições disponibilizadas com alguma deficiência geralmente na qualidade e, ou falta de higienização. O obreiro entende que o refeitório de uma empresa e ou de uma frente obra não é local para banqueteasse, mas as refeições devam ter seu valor nutricional suficiente em qualidade e higienização. E sem a diferenciação no sentido que alguém coma melhor do que ninguém e ou refeições especiais só em caso de aconselhamento médico e favorecer costumes de beltranos e, ou sicranos do estrangeiro para atender a forma e costume de se alimentar desse estrangeiro deva ser avaliado como muito cautela, pois, obreiros brasileiros rodam o mundo todo e não é dispensado a eles esse mesmo tratamento.

10. Tratamento indevido no relacionamento pessoal entre chefias e subordinados geralmente acontecendo a “coação mental” com extremos de até agressão física.

11. Falta do pagamento e ou atraso de pagamento muito além do quinto dia útil permitido.

12. Salário abaixo do praticado e ajustado pela classe sindical que pertence o obreiro.

13. Não feito e quando feito em atraso os reajustes de salários de direito do trabalhador.

14. No caso de enquadramento de pagamento de insalubridade não é pago o percentual devido podendo chegar esse valor até 40%.

15. A velha mania de abaixar o salário base do trabalhador para dar espaço para pagar os adicionais devidos dos 30% da periculosidade, insalubridade 40% e ou outro beneficio de lei como parte do salário.

16. No enquadramento do trabalhador a níveis de riscos das doenças ocupacionais não fornecem o PPP e muitas vezes nem fornecem na saída do trabalhador da empresa como orienta a legislação e quando fornecem os níveis de riscos de doenças ocupacionais não corresponde à realidade que conceda ao trabalhador a sua aposentadoria especial.

17. Situações que acontecem acidentes em empresas e, ou canteiro de obras que deveriam ser comunicados em tempo hábil pela CAT – Comunicação de Acidente de Trabalho ao INSS e não vão a frente deixando o trabalhador a mercê de alguma doença ocupacional que possa ser acometido.

18. Excesso do uso de horas extras compensadas que mais atende aos interesses do empregador do que ao empregado e quando o empregado precisa não é concedida.

19. Situações em que empresas não dispõem em seus canteiros de obras um PRE – Plano de Resposta de Emergência capaz de atender cenários de acidentes mais comuns numa obra como explosões, incêndios, queda em altura, queimaduras, mal súbito geram descontentamento para os obreiros que trabalham inseguros.

20. Falta de transparência de comunicação entre empregador e empregado nessa deficiência da empresa gera e abre espaço para conhecida “velha radio pião” e interpretações diversas geram mau entendimento na convivência no ambiente de trabalho.

21. Não pagamento da hora “IN INTINERI” que já é uma prática atual que observa remunerar a hora que o trabalhador leva no seu descolamento para o trabalho.

22. Cesta básica prometida como beneficio atrativo não pago e quando pago o valor é irrisório não cobre e nem tem valor suficiente para cobrir o custo da cesta básica praticado na região onde acontece a obra.

23. Vale refeição como beneficio atrativo quando praticado pela empresa contratante assim como a cesta básica não cobre e nem tem valor suficiente de uso no praticado na região onde acontece a obra.

24. As empresas que estão se estabelecendo à frente de grandes empreendimentos precisam se inteirar e praticar a norma SA 8000 que trata da RESPONSABILIDADE SOCIAL DA EMPRESA com relação ao local onde se estabeleça. E assim como politicas de sustentabilidade se tornem realidade e não fiquem só discurso bonito.

25. Com certeza deve ter mais pontos a acrescentar que seja começo para uma greve no momento dos que me lembrei e listei são esses agora e os leitores que leiam o artigo podem lembrar mais e refletir com a situação que passe o que não podem é pecar as empresas pelo desconhecimento do velho ditado popular que diz: “Quem não pode com o pote não pegue na rodilha” e esquecem também o ditado seguinte “Que promessa é divida”.

Considerações:
E de que lado está esse Consultor que escreve esse artigo? Do lado da razão que julgo está certo. E tenho vivencias de trabalhador CLT regular efetivado de empresa e de trecho de obras por esse mundo a fora e assim como de contratado PJ conheço e presenciei muitos nuances e mazelas acontecerem na relação de empregado e empregador que divergem muito do que acontece em empresas modernas e de boa convivência onde já praticam os termos cliente e fornecedor tratam com respeito seus trabalhadores onde recebem nova denominação e são chamados de colaborador.

É comum no trecho se ouvir falar do velho jargão “Quem não puxa o saco do chefe puxa carroça” acredito que essa pratica está completamente deslocada da pratica as boas praticas administrativas de empresas modernas. Sou contra qualquer forma de violência em estado de greve, pois, acredito que existem formas de reivindicar na paz e entendimento, também entendo que partiu para violências a pessoas e patrimônios passa a ser caso de policia.

Fechando esse artigo estado de greve foi dedicado e responde a consultas de meus ex-alunos CEFET, participantes de Cursos de capacitação profissional IN COMPANY que ministrei e até mesmo a colegas de trabalho digo o que tenho testemunhado:
“Gente falta ainda muito diálogo entre [Cliente] empregador e Fornecedor [Trabalhador] esses papeis precisam se inverter sempre na ótica do que passa numa empresa vista pelos dois lados e por falta dessa pratica, falta esclarecimento, falta conhecimento dos direitos e deveres de ambas as partes empregador e empregado o que pode ser a causa raiz de todos os motivos do estado de greve”. Aos amigos que citei como ex-alunos do CEFET, treinados de cursos de Capacitação IN COMPANY, e mesmo ex-colegas de trabalho fica esse trabalho para reflexão e logicamente que acrescente seus pontos em suas reflexões também deixo a sugestão que segue.

Sugestão:
Srs,
Chefias que estão empavonadas e protegidas nas redomas de seus escritórios de luxo, com suas pós-graduações, seus MBAs, que falam bonito bilíngues fazendo seus beicinhos falando Inglês na pátria BR onde o pião não entende “porra nenhuma” até o português que é nossa língua de herança muitas vezes passando-se a mensagem em alto e bom som não entendem e por falta dessa comunicação podem gerar acidentes e gerar baixa qualidade e ou retrabalho no que foi executado na obra tenho presenciado esse comportamento.

Tenho consciência de se dominar uma língua estrangeira é que aconselho a língua inglesa e, ou espanhola, só que estamos em obras no BRASIL imagine uma língua estrangeira falada em plena terra, mares, rios, florestas e ares a obreiros brasileiros o que esperamos é por civilidade e a melhor forma de comunicação e compreensão é quem venha aqui fale a nossa língua e lá falamos a deles vale aí a nossa soberania nacional, nossos costumes, civilidade e acima de tudo valorizar nossos costumes o que é nosso, o que é próprio do Brasil aí sim podemos cantar os versos:
“ Sou brasileiro”, “ com muito amor”....B R A S I L.

Então como sugestão: " Vamos descer de vez em quando ao chão de fábrica e ficar junto aos obreiros nos canteiros de obras, eles não se intimidarão que vocês são os cabeças da obra partindo do principio que estudaram mais que eles embora precisem vocês ter a humildade de aceitarem que não sabem tudo podem até pedirem ajuda a eles, conversem, troquem ideias, entendam-se com os obreiros seus colegas de trabalho e descobriram que eles são gente como vocês e não haverá espaço e nem motivo para começar uma greve".

Deixo link de greve aqui recente do dia 26/06 no estado do Ceará PECÉM enquanto acontece a Copa do mundo de futebol 2014 e como poderia ser no estado do Acre um link de greve de JIRAU o que pesa é que não são diferentes os pontos que surgem para começar uma greve não importa qual seja a empresa ou local onde esteja situada:




sábado, 24 de maio de 2014

CEI - CONSULTORIA DE ENGENHARIA INDUSTRIAL / QSMA


Srs,
Apresento a LOGO da CEI – Consultoria de Engenharia Industrial

Comento:
A CEI - Consultoria de Engenharia Industrial atuará nas disciplinas de Eletromecânica / QSMA . Também esclareço que o anagrama QSMA Significa Qualidade, Segurança, Saúde e Meio Ambiente observar que o “S” está desmembrado em dois sentidos o “S” de Segurança do Trabalho e o “S” de Saúde é referencia aos riscos que podem causar doenças ocupacionais.

A ideia da LOGO foi simples e direta informa às disciplinas que atuará nos seus trabalhos de consultoria no link a abaixo que está em desenvolvimento será o SITE da CEI ainda em fase desenvolvimento ainda não fiz o UPGRADE final.

Sugiro já acessarem o link:
Na página CONTATO peço o amigo[a] fazer um pequeno comentário sobre a CEI e ficar a vontade na posição, pode criticar e opinar não façam cerimonia.

http://engjosevilmar9.wix.com/eletromecamica-qsma

terça-feira, 13 de maio de 2014

SGR - Sistema de Gestão de Risco / Na Indústria Siderúrgica


SGR - Sistema de Gestão de Risco / Na Indústria Siderúrgica
A análise do Sistema de Gestão de Riscos (SGR) implementado pela empresa é o ponto de
partida para a inspeção de uma indústria siderúrgica. Alguns pontos básicos devem ser identificados

Na análise do SGR de uma empresa que devem ser observados:
• Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA);
• Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO);
• Programa de Prevenção da Exposição Ocupacional ao Benzeno (PPEOB);
• Prevenção de grandes acidentes industriais;
• Identificação e controle de espaços confinados;
• Operação de pontes rolantes e máquinas de grande porte.

Riscos produzidos:
+ Riscos Químicos:
    Gases como CO, CO2, H2S, SO2, NH3 e H2 na Coqueria.
    Poeiras e fumos metálicos no alto forno.
    Presença do benzeno na coqueria.

+ Riscos Físicos:
   Calor e radiação não ionizante no alto forno
   Ruído gerado pelos sopradores ou pelo arco voltaico atingindo níveis acima de 105dB.
   Poeira de refratários proveniente da recuperação de panelas e conversores.
  
+ Riscos Ergonômicos:
   Posturas inadequadas para atividade

+ Riscos de Acidentes:
    Acidentes em transporte ferroviário e pontes rolantes.

A atividade de siderurgia inclui uma grande variedade de processos industriais. Observamos essa variação de processos quando comparamos empresas distintas ou mesmo quando analisamos uma única planta industrial, o que confere à siderurgia a característica de concentrar em espaços relativamente pequenos os mais diversos riscos ("hazards") químicos e físicos, onde será possível o benzeno na coqueria e temperaturas elevadas no alto forno; fatores ergonômicos na inadequação de postos de trabalho; e atividades associadas a risco de acidentes nos transporte ferroviário e utilização de ponte rolante. Alguns desses riscos estão presentes em todas as siderúrgicas, outros são encontrados apenas em algumas delas.
Citamos como exemplo o benzeno. Esse produto químico, que representa uma ameaça aos trabalhadores por ser cancerígeno, assume importância nas siderúrgicas integradas pois estas produzem grandes quantidades de benzeno durante a coqueificação do carvão que é utilizado nos altos-fornos. Esse risco inexiste nas siderúrgicas que utilizam forno a arco elétrico ou o carvão vegetal em substituição ao coque.

Nota:
No vídeo abaixo mostra a produção de aço a partir de conversor LD e esse texto publicado e informações de poluentes da produção aço são relatadas dos links.






terça-feira, 6 de maio de 2014

QSMA – Qualidade, Segurança, Saúde e Meio Ambiente



Srs,

QSMA – Qualidade, Segurança, Saúde e Meio Ambiente é a gestão integrada de qualidade, segurança, saúde ocupacional e meio ambiente como uma ferramenta para o desenvolvimento sustentável nas questões de tecnologia, de competitividade, de desempenho, de custos, ambientais e sociais que têm afetado significativamente a maneira de agir das empresas e das pessoas em geral.

Comento:
Venho agradecer o convite do Prof. José Bezerra Diretor Presidente do Instituto de Capacitação Business School Brasil – Fortaleza CE que me convidou para Coordenar o Curso MBA QSMA – Qualidade, Segurança, Saúde e Meio Ambiente e será uma satisfação em participar de sua equipe de trabalho.
Informo que o BSB tem parceria para oferta de Pós-Graduação com a PUC GOIÁS e a Universidade Estadual Vale do Acaraú.


Mais informações deixo os links abaixo:


domingo, 4 de maio de 2014

O ACIDENTE DE TRABALHO PODE SER EVITADO

O ACIDENTE DE TRABALHO PODE SER EVITADO
Srs,
Não tenho dúvidas e estou convencido que “o acidente de trabalho pode ser evitado” referencia posicionamento do Engº José Vilmar Consultor Sênior de Eletromecânica / QSMA na apresentação do de NR 35 – Segurança e Saúde no Trabalho em Altura treinamento IN COMPANY promovido pela METALCONE – Metalúrgica Enock Jaime de Moura aos seus colaboradores que vão executar trabalho em altura.

Comento:
Estou convencido que o ACIDENTE DE TRABALHO PODE SER EVITADO e para que consigamos essa meta entra em cena a PERCEPÇÃO DO RISCO.
A percepção do risco entendam como sejam habilidades que o trabalhador vai adquirindo ao longo de sua vida laboral, que são comportamentos de boas práticas de trabalho que lhe tornam imune a não se envolver com acidentes e assim como por em riscos seu colega próximo de trabalho, a maquina, o processo e meio ambiente que interagi.
Desses anos que lido com projetos, montagens e manutenção eletromecânica com presença atuante no convívio e participando ativamente do dia-a-dia do trabalhador sugiro os princípios que hora publico como possível de se conseguir essa postura saudável e imunização a não envolvimento com acidentes do trabalho.

Princípios da Ativação da Percepção de Risco:
1. O trabalhador está centrado no seu EU para que não se anule sua percepção do risco.
2. Está preparado e atuando na sua profissão no que mais sabe fazer.
3. Trabalhar com procedimentos operativos escritos e quando não escritos.
4. Pratica da APR – Analise Preliminar de Risco.
5. Pratica do HAZOP – Na operação .
6. PT – Uso  da Permissão de Trabalho antes, durante e no encerramento da tarefa.
7. DDS – Conversa de alerta e conscientização dos riscos da tarefa
8. Manter-se em alerta antenado consigo mesmo e com seu próximo e ambiente que interagi.
9. Pensar positivo que no final de sua jornada de trabalho voltará sempre para o convívio de seus familiares e pessoas que acreditam do seu trabalho e na sua verdade como cidadão.

Comportamento de nulidade de percepção de risco
1. Não está centrado no seu "EU" fora de si.
2. Excesso de autoconfiança achar que sabe tudo.
3. Em estado de forte carga emocional de perda ou de ganho.
4. Falta de conhecimento não está preparado para execução das atividades da tarefa.
5. Trabalhar sobre pressão, coação física e, ou mental na execução de suas atividades.
6. Fadiga e cansaço forçamento da capacidade do
7. A falta ou descumprimento de procedimentos.

O trabalhador consegue essa postura profissional da Ativação da Percepção de Risco eliminando os comportamentos de nulidade de percepção de risco pela permanente ações  
de boas praticas de trabalho que a introduzo como PERCEPÇÃO DE RISCO, primeiramente pelo seu ímpeto pessoal em aceitar essa necessidade comportamental de prevenção contra acidentes e cabe ao Gestor QSMA – Qualidade, Segurança, Saúde e Meio Ambiente estimular esse trabalhador a conscientização da cultura que o ACIDENTE DE TRABALHO PODE SER EVITADO.

Reconhecimento:
Essa a Apresentação Abertura curso NR 35 Segurança e Saúde no Trabalho em Altura METALCONE e assim como testemunhos que nas vivências do Consultor de Engenharia Industrial / QSMA o "O ACIDENTE DE TRABALHO PODE SER EVITADO" E HOMENAGEM RECONHECIDA AO SR. ENOCK JAIME DE MOURA como PIONEIRA DE INDÚSTRIA CEARENSE. 

Sugiro assistir os vídeos abaixo.